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17 de fev. de 2008

Manifesto pelo Feriado: SP/Capital - 2003

Conheça o livro Histórias do movimento negro no Brasil

Campanha pelo feriado de 20 de novembro em Sampa!

Camarás tribuneiros!

Repasso uma campanha bacana e necessária. A importância
simbólica da instituição do dia 20 de novembro como feriado num país racista
como o Brasil é inegável. Acho que ajuda também na luta pelo tombamento
imaterial de artistas negros como Carmen Costa ou o mestre ca capoeira João
Pequeno, entre outros.
beijos,
Letícia

(set.2003)

Campanha pelo feriado municipal 20 de novembro-SP/Manifesto

Os amigos do Quilombhoje enviaram o manifesto de apoio ao feriado e
solicitam que todos os envolvidos na campanha que enviem o texto por e-mail
para o gabinete da prefeita Marta Suplicy e para os Vereadores da Câmara
Municipal de São Paulo.
Gabinete da prefeita Marta Suplicy- e-mail:
renatacruz@prefeitura.sp.gov.br ( secretaria da prefeita )
Secretário do Governo Municipal- Sr. Rui Goethe da Costa Falcão e-mail:
idamazio@prefeitura.sp.gov.br

MANIFESTO DE APOIO AO FERIADO MUNICIPAL DE 20 DE NOVEMBRO

Carta aberta à Prefeita Marta Suplicy e aos Vereadores do Município do
Município de São Paulo

Vimos, por intermédio desta, pedir vosso apoio acerca da
possibilidade de transformar em feriado, o 20 de Novembro, Dia Nacional da
Consciência Negra.
Tal solicitação se faz valer em função de ser essa data, de intensa
relevância para o Movimento Negro, como um todo, e também na incansável
luta, desse setor, no combate ao racismo e a desigualdade racial de
oportunidades, que se faz presente em nossa sociedade. Os argumentos que
ressaltamos a seguir atestam a legitimidade e importância dessa
reivindicação.
A Declaração e o Programa de Ação da Conferência Mundial Contra o
Racismo, que foi organizada pela ONU - Organização das Nações Unidas – em
Durban, África do Sul, no ano de 2001, estabeleceram uma relação entre a
escravidão e o tráfico de escravos, e o racismo, no sentido de que esses
dois fatores foram reconhecidos como sendo as principais causas do
desenvolvimento da ideologia racista, que até hoje perdura em todo o mundo,
manifestando-se em teorias racistas e em atitudes e ações discriminatórias
contra negros e negras.
O conceito de reparação impõe-se, portanto, como meio de resguardar
os Direitos Humanos e Liberdades Fundamentais, que embora previstos na
Declaração Universal dos Direitos Humanos, têm sido, ao longo de séculos,
desrespeitados pelos processos de discriminação racial.
Durban considerou a Escravidão e o Tráfico de Escravos um crime
contra a humanidade. Sem dúvida, esses episódios, constituem-se como uma das
mais terríveis e desumanas tragédias da história, não apenas por causa do
barbarismo com que negros e negras foram tratados, mas pelo fato de sua
condição de seres humanos ter sido ignorada, uma vez que, como escravos,
tinham tratamento igual ou pior que os dos animais.
Alie-se a isso a mórbida magnitude e natureza organizada de todo o
processo da escravidão, que poderia colocá-la em patamar ainda mais grave
que o Holocausto, ressaltando que a morte dos milhões de judeus é motivo de
comoção da sociedade, como um todo, e também da indenização dos descendentes
das vítimas do horror.
Aos descendentes dos negros escravizados, entretanto, nada restou,
a não ser a mórbida herança da discriminação racial, que gerações até os
dias de hoje e se manifesta de diversas formas, inclusive na discussão
acerca das “reparações”.
Durban apelou aos Estados que participaram da Conferência Mundial,
a honrar a memória dos milhões de homens, mulheres e crianças escravizadas e
assassinadas, pedindo que contribuíssem para restaurar a dignidade dos
descendentes das vítimas, através de meios apropriados, ou seja, a adoção de
políticas públicas que combatam o racismo e a desigualdade racial de
oportunidades.
A Conferência de Durban considerou ainda, que lembrar os crimes do
passado e contar a verdade sobre a história, é essencial para a
reconciliação internacional e a criação de sociedades baseadas na justiça,
igualdade e solidariedade.
Na discussão acerca das reparações, o tema da “Memória” ocupa,
portanto, um lugar relevante, pois, não é possível reparar os danos do
passado sem recuperar a dignidade dos afrodescendentes.
A guerra civil de 1932, conhecida como Revolução Constitucionalista, durou
85 dias, resultando na morte de 830 soldados paulistas. Para homenageá-los
foi construído, no Parque do Ibirapuera, na cidade de São Paulo, um
grandioso Obelisco sobre o mausoléu dos heróis de 32, como parte do conjunto
arquitetônico projetado por Oscar Niemayer. Além disso, as homenagens aos
oficiais incluíram a instituição do feriado de 9 de julho, decretada pelo
ex-Governador Mário Covas.
No Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, encontra-se o Monumento
Nacional aos Mortos da 2ª Guerra Mundial, que reverencia os 457 brasileiros
falecidos em combate. Em diversas cidades do mundo, foram erguidos museus do
Holocausto, para que não se esqueça, jamais, o genocídio de seis milhões de
judeus.
Nesse sentido, argumentamos: a escravidão dos negros também não foi
um grande “Holocausto”? Milhares morreram e não se vê uma comoção mundial
para com o fato.
O Brasil importou quatro milhões de africanos durante os quatro
séculos de tráfico transatlântico. A essas vítimas, somaram-se quarenta
milhões de afro-brasileiros escravos, já nascidos em nossas terras. Foram
inúmeras as revoltas e diversas formas de resistência desenvolvidas pelos
negros escravizados. Os Quilombos, dos quais Palmares é o exemplo maior,
foram as primeiras organizações de resistência ao regime escravocrata que
dominou o país durante séculos, e os personagens que estiveram à frente
dessa resistência, têm, ou deveriam ter, reconhecido, o valor histórico e
social que possuem na nossa história.
O Estado brasileiro reconheceu Zumbi dos Palmares como herói
nacional, todavia, Domingos Jorge Velho e outros bandeirantes, responsáveis
pela destruição de quilombos, caça de negros fugidos, apresamento de
indígenas, entre outras atrocidades, continuam a ser homenageados e
lembrados em logradouros, e esculturas públicas, por exemplo.
Por outro lado não existe, no Brasil, nenhum monumento ou memorial
aos 44 milhões de vítimas da escravidão. O crime de lesa-humanidade
permanece impune, a memória dos escravos não foi reparada e seus
descendentes carregam nas costas os efeitos de mais de 400 anos de
espoliação.
A Constituição Federal, em seu art. 215, § 2º, estabelece que "a lei disporá
sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os
diferentes segmentos étnicos nacionais”.
Portanto, o legislador constituinte foi sensível à constatação
social de que este país, por força de sua formação histórica, é uma nação
multirracial e pluriétnica. Ocupamos o segundo lugar no mundo, entre as
nações com maior numero de descendentes de africanos. De acordo com dados
estatísticos, os negros representam 45,33% da população brasileira, o que
significa um contingente de quase 70 milhões de cidadãos.
Por todos esses motivos, a propositura 617/01- de autoria da
Vereadora petista Claudete Alves, que tramita na Câmara Municipal de São
Paulo, já figurando na pauta de votação das sessões dessa Casa de Leis, vem
ao encontro de um preceito Constitucional, ao propor a transformação do "Dia
Nacional da Consciência Negra" comemorado, anualmente, na data de 20 de
novembro, em feriado municipal.
A importância de Zumbi já foi reconhecida a âmbito nacional, através
da promulgação, em 1995, das leis nº 9.125, de 07.11.1995, que incluiu o
“Nome de Zumbi dos Palmares”, no “Livro dos Heróis da Pátria", que se
encontra guardado no Panteão dos heróis nacionais, e nº 9.315, de 20 de
novembro de 1996, que inscreveu o nome de Zumbi, em homenagem ao
tricentenário de sua morte, na parede do Panteão, ao lado de outros heróis
brasileiros.
A efetivação do Dia Nacional da Consciência Negra, enquanto feriado
municipal, vem no sentido de reconhecermos a importância da participação dos
afro-brasileiros na construção do País.
A força simbólica desse feriado terá a capacidade de transmitir a
todas as gerações o inconformismo do Governo que o proclamar (seja ele,
municipal, estadual ou federal) diante das atrocidades cometidas no período
escravocrata e será uma forte ferramenta na luta pela recuperação da
dignidade daqueles, cuja humanidade foi negada.
Ao instituir o feriado municipal de 20 de novembro - Dia Nacional da
Consciência Negra, em homenagem a Zumbi dos Palmares, o município de São
Paulo irá se somar às cidades que já instituíram feriado nessa data:
Campinas, Ribeirão Pires, Hortolândia, Santa Bárbara do Oeste, Limeira e
Cuiabá, além dos estados do Rio de Janeiro e de Alagoas. Mais que isso, o
feriado municipal de 20 de novembro integrará a Capital paulistana a uma
rede de cidades, do mundo todo, que vêm adotando ações concretas no sentido
de combater a discriminação racial, através do resgate da memória dos
afro-descendentes e da beleza e contribuição de sua cultura e tradições, à
história de diversas nações, como a do Brasil.
Esperando poder contar com vossa sensibilidade e sensatez, desde já
agradecemos sua atenção.

Fonte: Lista de discussão sobre samba e choro, estilos musicais brasileiros.
Conheça o livro.
Histórias do movimento negro no Brasil

18 de dez. de 2007

Troféu Raça Negra



Zu
mbi Paulista

Em sua quinta edição o Troféu Raça Negra festeja Zumbi e premia revelações do ano

Iniciando as comemorações do Dia 20 de Novembro, Dia da Consciência Negra, o “Oscar” da comunidade negra, mais uma vez, emocionou a todos ao premiar as personalidades que se destacaram no ano de 2007 na luta em favor da diversidade.


A 5a. edição do troféu Raça Negra ocorreu no dia 18 de novembro

leia mais...

Nas fotos dois dos homenageados com o troféu: André Ramiro e Jair Oliveira

Fonte: EgoGlobo.com

28 de nov. de 2007

São Paulo: Capital: Marcha Negra











AO POVO BRASILEIRO MANIFESTO NACIONAL DO MNUCDR – MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO CONTRA DISCRIMINAÇÃO RACIAL

A ZUMBI

20 DE NOVEMBRO – DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Nós, negros brasileiros, orgulhosos por descendermos de ZUMBI, líder da República Negra de Palmares, que existiu no Estado de Alagoas, de 1595 a 1695, desafiando o domínio português e até holandês, nos reunimos hoje, após 283 anos, parta declarar a todo o povo brasileiro nossa verdadeira e efetiva data: 20 de novembro , DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA!
Dia da morte do grande líder negro nacional, ZUMBI, responsável pela PRIMEIRA E ÚNICA tentativa brasileira de estabelecer uma sociedade democrática, ou seja, livre, e em que todos – negros, índios e brancos – realizaram um grande avanço político e social. Tentativa esta que sempre esteve presente em todos os quilombos.

Hoje, estamos unidos numa luta de reconstrução da sociedade brasileira, apontando para uma nova ordem, onde haja a participação real e justa do negro, uma vez que somos os mais oprimido dos oprimidos; não só aqui, mas em todos os lugares onde vivemos.
Por isso negamos o 13 de maio de 1888, dia da abolição da escravatura, como um dia de libertação.

Por que? Porque nesse dia foi assinada uma lei que apenas ficou no papel, encobrindo uma situação de dominação em que até hoje o negro se encontra: JOGADO NAS FAVELAS, CORTIÇOS, ALAGADOS E INVASÕES, EMPURRADO PARA A MARGINALIDADE, A PROSTITUIÇÃO, A MENDICÂNCIA, OS PRESÍDIOS, O DESEMPREGO E O SUBEMPREGO e tendo sobres si ainda, o peso desumano da VIOLÊNCIA E REPRESSÃO POLICIAL.
Por isso, mantendo o espírito de lua dos quilombos, GRITAMOS contra a situação de exploração a que estamos submetidos, lutando contra o RACISMO e toda e qualquer forma de opressão existente na sociedade brasileira, e pela mobilização e organização da comunidade, visando uma REAL emancipação política, econômica, social e cultural.

Desde o dia 18 de junho somos o MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL, movimento que se propões a ser um canal das reivindicações do negro brasileiro e que tem suas bases nos CENTOS DE LUTA, formados onde quer que o negro se faça presente. É preciso que o MOVIMENTO NEGRO UNIFICADO CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL se torne forte, ativo e combatente, mas para isso é necessário a participação de todos, afirmando o 20 de novembro como DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA!

PELO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA!
POR UMA VERDADEIRA DEMOCRACIA RACIAL!
PELA LIBERTAÇÃO DO POVO NEGRO!
NOVEMBRO, 1978
Fonte: http://4marchadaconsciencianegra.blogspot.com


Editorial
Carta para Zumbi no dia 20 de novembro e 2007

Data: 2007-11-25 17:54:00

Editorial

Meu caro Zumbi de Palmares:

Bom dia!

Te passo os informes de como a coisa rolou por aqui no Dia Nacional da Consciência Negra.

Continuamos a luta que você nos ensinou quilombando aqui e ali .

Quilombando sempre ,nos espaços urbanos ,rurais ,periféricos e governamentais.

Armad@s com as armas da justiça mostrando que não ficaremos mais calad@s perante às desigualdades ,injustiças e a falta de compromisso com a população negra.

Nossa guerrilha tem sido diferente na forma ,porém, iguais sào os fatos.

Na continuação vamos recriando Palmares pelo Brasil afora.

Pois é amigo, não está sendo fácil:

grana curta ,trabalho muito e às vezes ainda caímos em algumas emboscadas armadas pel@s capitães do mato e racist@s de plantão.

Sobrevivemos!

Traçando o nosso mapa de fuga para não cair nas armadilhas :

Seguiremos a trilha pela implantação da Lei l0.639 ,o combate ao preconceito ,o racismo ,a discriminação religiosa ,a titulação das terras dos remanescentes de quilombos ,cotas em todos os níveis,enfim ...

Seguiremos caminhando com cautela para garantir os direitos de 49,6% da populaçao sobrevivente.

Estamos vigilantes ,já aprendemos a monitorar a astúcia do inimigo e não usaremos as armas de extermínio que utilizam contra nós.

Zumbi, a negrada está lutando em alto estilo, só para você ter uma idéia do que rola aqui no Ayê, nós estamos reivindicando o Feriado Nacional em sua homenagem.Gostou?

Rolando eventos com marchas,passeatas,caminhadas,paradas e muita festa do Oiapoque ao Chuí, Na Alemanha,França,Cabo Verde.Olha só Zumbi Internacional!

Pois é meu preto , o tantan da atualidade agora é navegar na internet ,coisa de pretos e pretinhas.

Avise para Dandara que as mulheres negras de todo o Brasil estão dando um show de competência na luta pela sobrevivência e guerreando por Políticas de Ações Afirmativas .

Finalizando nosso papo vitual te comunico que a coisa aqui tá preta!

Zumbi saiba mais visitando o nosso site www.casadeculturadamulhernegra.org.br

Ah! a juventude negra manda um beijo procê.

Alzira Rufino e equipe
Fonte: Boletim Eparrei on line

Marcha = Parada = Marcha + Parada = União do Povo Negro

Sob um mesmo lema “por um Brasil sem Racismo com oportunidades iguais para todos” e três bandeiras – a defesa da aprovação imediata do Estatuto da Igualdade Racial, do PL 73/99, que institui Cotas no acesso às Universidades, e instituição do 20 de Novembro como Feriado Nacional dedicado à memória de Zumbi dos Palmares, o povo negro de São Paulo e nossos aliados anti-racistas de todas as cores ganharemos as ruas e ocuparemos a Avenida Paulista na próxima terça-feira – Dia Nacional da Consciência Negra.


"Não prosperarão as tentativas de divisão fomentadas por intrigas de bastidores." Dojival Vieira
Fonte: AfroPress


25 de nov. de 2007

São Paulo: Capital

Corrida de Rua
Samsung homenageia Dia da Consciência Negra


Neste domingo acontece em São Paulo a corrida Samsung 10k Corpore São Paulo Classic, competição que homenageará o Dia Nacional da Consciência Negra, com a entrega do 6º Troféu Zumbi dos Palmares. A largada acontece a partir das 8h na Rua Pedro Álvares Cabral (em frente à Assembléia Legislativa). O prêmio líquido será de R$ 27 mil entre os 10 melhores colocados e todos que completarem receberão medalha de participação e concorrerão a produtos da Samsung em sorteios. Haverá também premiação (6º Troféu Zumbi dos Palmares) para o primeiro atleta e para a primeira atleta que vencerem a Prova e o Troféu Fleury, para os cinco primeiros médicos (masculino e feminino).
Fonte: www.hebrun.com.br

Atividades culturais na cidade de São Paulo

Na semana da Consciência Negra, o SESC Avenida Paulista terá uma
programação especial, com espetáculos de dança, música,
artesanato, gastronomia e ciclo de filmes. O objetivo é valorizar as
manifestações artísticas e culturais afro-brasileiras e
aproximá-las do grande público.

CICLO DE FILMES*
Local: Mini-auditório do Mezanino
Sessões: 19h
Grátis

MÚSICA, DANÇA, GASTRONOMIA E ARTESANATO
Dia 20 de novembro

Orquestra Nzinga de Berimbaus e roda de capoeira
Local: Marquise e 7° andar
Horário: 11h

Exposição de cabelos étnicos com Chris Oliveira
Local: Marquise e galeria
Horário: 11h

Ateliê Preta Pretinha e a criação de bonecas negras
Local: Mezanino
Horário: 11h

Cozinha afro-brasileira com a chef Benê Ricardo
Local: Comedoria 15° andar
Horário: 11h às 18h

Oficina de danças afro-brasileiras e africanas com Evandro Passos
Local: 7° andar
Horário: 14h

Grupo Okun - Origens, a criação do mundo
Local: Térreo e 7° andar
Horário: 16h


Madrigal da Filarmônica Afro Brasileira
Local: Marquise e Comedoria - 15° andar
Horário: 17h